OCORRÊNCIA DE HELMINTOS GASTRINTESTINAIS EM CADELAS E FILHOTES SUBMETIDOS A EXAMES COPROPARASITOLÓGICO

  • André Mascoli Nascimento Faculdade Dr. Francisco Maeda
  • Aline Gomes de Campos Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
  • Jennifer Diniz dos Santos Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
  • Leticia Nascimento Ramalho Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
  • Cléber Jacob Silva de Paula Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
  • Rafael Paranhos de Mendonça Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP Universidade de Franca (UNIFRAN) FRANCA -SP
Palavras-chave: Ancylostoma spp, exame coproparasitológico, helmintos, Toxocara canis

Resumo

Ancylostoma spp e Toxocara canis são os parasitos mais comuns em cães filhotes recém-nascidos, devido a sua forma de transmissão galactogênica e transplacentária. Durante a gestação, por ocasião da queda da imunidade, as larvas encistadas na fêmea gestante são reativadas e migram através corrente sanguinea para atingir o feto ou o lactente, ocorrendo então, a infecção neonatal dos filhotes através do leite ou no feto por via transplacentária. Nesse, contexto, o presente estudo teve como objetivo verificar a ocorrência de helmintos gastrointestinais em fêmeas recém paridas e nos seus respectivos filhotes. Para isto, foram coletadas 4 gramas de fezes de dez fêmeas em lactação e 19 filhotes lactentes. As amostras foram submetidas ao método de sedimentação espontânea e foi identificados helmintos do genero Ancylostoma spp e Toxocara canis. Nas fêmeas em lactação, quatro foram positivas, sendo uma por Ancylostoma spp e três por Toxocara canis. Destas fêmeas, apenas uma tinha sido vermifugada recentemente. Dos 19 filhotes avaliados, constatou-se que três estavam infectados por Toxocara canis e um por Ancylostoma spp. Em um dos filhotes positivos para Toxocara canis, a respectiva mãe estava livre de infecção. Sendo assim, pode-se dizer que uso de vermífugo em cadelas gestantes nem sempre tem sido feito de maneira apropriada, possibilitando a transmissão entre mães e filhotes. Desse modo, conclui-se que o uso correto de anti-helmínticos nas fêmeas gestantes, em lactação e em filhotes com 21 dias de idade deve ser preconizado, pois pode contribuir para diminuir o risco de infecção por helmintos gastrointestinais entre mães e filhotes. 

Biografia do Autor

André Mascoli Nascimento, Faculdade Dr. Francisco Maeda
Bacharelando em Medicina Veterinaria pela Faculdade Dr. fracisco Maeda Ituverava - SP
Aline Gomes de Campos, Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
Doutora em Ciências da Saúde - Patologia Básica e Experimental - UFTMDocente da Faculdade Dr. Francisco Maeda -FAFRAMCurso de Medicina Veterinária - Disciplinas de Anatomia Topográfica dos Animais Domésticos, Patologia Geral e OrnitopatologiaCurso de Enfermagem - Disciplinas de Anatomia Humana I e II
Jennifer Diniz dos Santos, Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
Bacharelando em Medicina Veterinaria pela Faculdade Dr. fracisco Maeda Ituverava - SP
Leticia Nascimento Ramalho, Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
 Bacharelada em Medicina Veterinária pela Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
Cléber Jacob Silva de Paula, Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP
DOUTORADO - MICROBIOLOGIA AGROPECUARIA - FCAU/UNESPMESTRADO - MICROBIOLOGIA AGROPECUARIA - FCAU/UNESPGRADUAÇÃO - MEDICINA VETERINÁRIA - UNESP/JABOTICABAL - 83222-11/02/2003
Rafael Paranhos de Mendonça, Faculdade Dr. Francisco Maeda ITUVERAVA -SP Universidade de Franca (UNIFRAN) FRANCA -SP
DOUTORADO - MEDICINA VETERINARIA - UNESPMESTRADO - MEDICINA VETERINARIA - UNESPGRADUAÇÃO - MEDICINA VETERINARIA - UNESP
Publicado
2016-10-18
Seção
FOTOS - ENCONTRO NACIONAL DE PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA 2017