O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA COMO LÍNGUA FRANCA: ato responsável à revolução Digital

Resumo

A Quarta Revolução Industrial – Revolução Digital – acelerou o processo de globalização, desencadeou grandes alterações em diversos segmentos: econômico, cultural e social, e interferiu diretamente nas formas de se comunicar em todo o planeta. O sistema educacional no Brasil, responsivo a esses segmentos e à Revolução Digital, tem buscado reformulações nas formas de ensinar e aprender a Língua Inglesa, já que essa é, nos dias de hoje, um elemento essencial não só para a comunicação entre os povos, mas também para adquirir competências para viver em um mundo tecnológico. O objetivo deste estudo é analisar como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – documento norteador das práticas pedagógicas no Brasil – orienta o ensino de Língua Inglesa como língua franca. Embasa esta pesquisa qualitativa e analítica, o conceito de Ato Responsável de Mikhail Bakhtin (2010, 2013). O resultado da investigação traz que a BNCC age responsavelmente às necessidades educacionais do século XXI, pois prioriza a aprendizagem da Língua Inglesa com foco em sua função sociopolítica, considerando-a não como uma língua do estrangeiro, mas legitimada pelos que dela fazem uso em diversos lugares do mundo. O ensino da Língua Inglesa visa a uma educação de qualidade ao priorizar as práticas comunicativas.

Biografia do Autor

JULIANA SPIRLANDELI BATISTA, Pós-Doutoranda na Universidade de Franca
Doutora em Linguística e Língua Portuguesa pela UNESP, campus Araraquara
Cláudia de Fátima Oliveira, Instituto Federal de São Paulo
Doutora pela Universidade de Franca (UNIFRAN)
Marilurdes Cruz Borges, Professora Pesquisadora na Universidade de Franca
Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela UNESP, campus Araraquara.
Publicado
2024-06-10