ALICE YURA, TRANSforma: gênero, abjeção, performatividade e performance

Resumo

Este artigo, a partir de um entremeio entre obras de Michel Pêcheux, Judith Butler e da artista plástica Alice Yura, busca reconsiderar a abjeção enquanto marca de alguns corpos, gêneros e vidas. Diferentemente, sustentamos que não há corpo que não porte abjeção (da ordem do real) e precariedade (da ordem do simbólico e do imaginário). Propomos, então, a abjeção como trabalho de não acabar das corporeidades que não cansa de não se inscrever nos movimentos da história, na materialidade da ideologia e da linguagem.

Biografia do Autor

Jacob dos Santos Biziak, Docente do Instituto Federal de São Paulo e da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho, campus de Araraquara
Doutor em Estudos Literários pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho, campus de Araraquara
Mónica Graciela Zoppi Fontana, Docente da Universidade Estadual de Campinas
Livre Docente em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas
Publicado
2021-11-23