As marcas do gênero no sexo no chá de revelação: sentido e significado das múltiplas identidades do indivíduo

  • SOLANGE APARECIDA DE SOUZA MONTEIRO INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
  • PAULO RENNES MARÇAL RIBEIRO UNESP - ARARAQUARA
Palavras-chave: Gênero. Relações de poder. Revelação. Sexo

Resumo

Neste artigo, problematizo as novas maneiras de descobrir o sexo do bebê pelos pais e pela instituição familiar nos limites das instituições familiares e sociais em lidar com os sujeitos que fogem às normas de gênero. As expectativas da família, da escola, da sociedade e a realidade dos sujeitos que apresentam performances de gênero que fogem ao considerado normal, analisar as relações de poder no âmbito familiar. Para tanto, realiza-se uma breve evolução histórica da família brasileira, a qual permitirá constatar como o poder e a própria família evoluíram, deixando o poder de estar concentrado em uma única pessoa para transmutar para relações mais democráticas. Em seguida, para permitir melhor entendimento sobre o tema, apresentam-se situações em que a relação de poder no seio familiar foi se modificando. Temas que contribuam para o recrudescimento do debate educacional, bem como para a divulgação do conhecimento produzido na área.  

Biografia do Autor

SOLANGE APARECIDA DE SOUZA MONTEIRO, INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
Mestra em Processos de Ensino, Gestão e Inovação pela Universidade de Araraquara - UNIARA (2018). Possui graduação em Pedagogia pela Faculdade de Educação, Ciências e Letras Urubupunga (1989). Possui Especialização em Metodologia do Ensino pela Faculdade de Educação, Ciências e Letras Urubupunga (1992). Trabalha como pedagoga do Instituto Federal de São Paulo campus São Carlos(IFSP/Câmpus Araraquara-SP). Participa dos núcleos: -Núcleo de Gêneros e Sexualidade do IFSP (NUGS); -Núcleo de Apoio ás Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE). Desenvolve sua pesquisa acadêmica na área de Educação, Sexualidade e em História e Cultura Africana, Afro-brasileira e Indígena e/ou Relações Étnico-raciais.
PAULO RENNES MARÇAL RIBEIRO, UNESP - ARARAQUARA
Possui graduação em Psicologia (1985) pelo Instituto de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCCAMP; graduação em Pedagogia (1983) e mestrado em Educação (1989) pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; especialização em Psiquiatria e Psicologia Clínica da Infância (1988) e doutorado em Saúde Mental (1995) pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; e pós-doutorado em Saúde Mental (1996-1997) pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. É Livre-Docente em Sexologia e Educação Sexual pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (2007). Foi vice-diretor da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP, em Araraquara, de 1º de fevereiro de 2005 a 31 de janeiro de 2009, onde atualmente é Professor Associado (MS-5) no Departamento de Psicologia da Educação. É especialista do Conselho Estadual de Educação - SP e atua nas áreas de Educação e Psicologia, com ênfase na pesquisa em Sexualidade Humana, principalmente com os seguintes temas: educação sexual, história da sexualidade e da educação sexual, adolescência, sexualidade e sociedade. É professor e orientador de mestrado e doutorado nos seguintes Programas de Pós-Graduação da UNESP, em Araraquara: Educação Sexual, do qual é o coordenador do Programa; e Educação Escolar, onde coordena a Linha de Pesquisa Sexualidade, cultura e educação sexual. Foi um dos fundadores e vice-coordenador do GT-23 Gênero, sexualidade e educação, da ANPED.
Publicado
2020-03-03