DE QUE FORMA AS AVALIAÇÕES ESCOLARES E OS EXAMES DE LARGA ESCALA DE LÍNGUA PORTUGUESA SÃO INSTRUMENTOS PARA EDUCAR E FORMAR PESSOAS COM PENSAMENTO REIFICADO E ALIENADO?

Palavras-chave: Reificação, Alienação, Avaliação escolar, Exames de larga escala, Aprendizagem da escrita na língua portuguesa,

Resumo

O artigo descreve os efeitos da padronização social, étnica, cultural, histórica e geográfica a que são submetidos estudantes brasileiros que participam das provas de língua portuguesa nas escolas e de exames de larga escala como o vestibular, o ENEM e PISA. Problematiza-se, através da Linguística Aplicada, da teoria crítica de gêneros e da teoria crítica de Adorno, Letramentos, e Análise do Discurso de linha francesa, as avaliações escolares e exames de larga escala que medem e diagnosticam problemas de aprendizagem no ensino da língua portuguesa ao questionar de como as avaliações e exames se transformaram em instrumentos de submissão, dominação, reificação e alienação por meio da educação e não num instrumento de libertação e formação de cidadãos com autonomia de decisão.

Biografia do Autor

Roberto Baron, UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina - Programa de Pós-graduação em Linguística
Aluno doutorando do programa de pós-graduação em linguística da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC desde março de 2017; Participa do projeto de pesquisa "A canção como um gênero de discurso multissemiótico de manifestação artística influenciando construções identitárias: da corte na Europa mediaval do século XIII à polis do século XX, na França e no Brasil" do Professor Dr. Marcos Antonio Rocha Baltar, com a pesquisa: "Canção como gênero do discurso multissemiótico, multicultural e indisciplinar na escola para o ensino da língua materna. Especialista em educação de jovens e adultos / proposto pelo IFC de Camboriú / SC (2015); Mestrado em Ciências da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2011); graduado em português e inglês e literatura pela Universidade Regional de Blumenau (2000); graduado no Curso Superior de Tecnologia Multimídia Digital pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2010); especialista em Metodologia de Ensino à Distância pela Unisul / UnisulVirtual em (2005); especialista em Novas Mídias: Rádio e TV, pela FURB (2003). Atuou como professor de língua portuguesa e inglesa e respectivas literaturas de 2002 a 2016. (Texto informado pelo autor)http://lattes.cnpq.br/3899753676229431
Marcos Antonio Rocha Baltar, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC - Florianópolis, SC Professor do Programa de Pós-graduação em Linguística
Professor da Universidade Federal de Santa Catarina, é graduado em Letras Licenciatura Plena Português-Francês pela Universidade Federal de Pelotas (1992), mestre em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina (1995), doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003). Pós-doutorado na Universidade de Genebra, Suiça (2006). Pós-doutorado na Escola Superior do Professorado e do Ensino - ESPE de Versailles - Universidade de Cergy Pontoise, França (2015). Em 2006 publicou o livro Competência discursiva e gêneros textuais: uma experiência com o jornal de sala de aula. Em 2012 publicou Rádio escolar: uma experiência de letramento midiático. Em 2017 gravou o Álbum Luzes Acesas (MPB). Atualmente, investiga "A canção como um gênero de discurso multissemiótico influenciando construções identitárias: da corte francesa do século XIII à polis do século XX, na França e no Brasil". Atua principalmente nas áreas linguística aplicada e mídia: teorias do agir humano, teorias de gêneros textuais/discursivos, letramento(s) e formação inicial e continuada de professores. É coordenador da área Letras - Português (PIBID/UFSC) Programa de Iniciação à Docência e Vice-Coordenador do Núcleo de Linguística Aplicada - NELA - UFSC. (Texto informado pelo autor)
Publicado
2020-08-07